
A sessão ordinária da Câmara Legislativa do Distrito Federal desta terça-feira (15) contou com críticas de distritais à prestação de serviços da Neoenergia, à não assinatura do acordo coletivo dos enfermeiros pelos hospitais privados e à retirada de alunos especiais do Centro Educacional 6 de Taguatinga.
Odeputado João Cardoso (PL)criticou o trabalho prestado pela Neoenergia nos últimos tempos. Os problemas mais graves, segundo ele, estão prejudicando cerca de duas mil empresas que são consumidoras e produtoras de energia por meio de placas solares. Cardoso relatou que os créditos de energia gerados desapareceram e a empresa não resolve a questão. Além disso, o deputado apontou a demora na ligação das usinas solares, inúmeras quedas de energia e erros nas contas de luz.
Segundo ele, a Associação Brasiliense de Energia Solar mapeou 504 casos com problemas, prejudicando mais de 3 mil consumidores, a maioria por erro na conta de luz. “Muitos não sabem ainda dos erros na conta. Esta lista é preliminar e é a ponta de um iceberg que ainda vai aparecer”, argumentou. O distrital apresentou, durante a sessão, depoimentos de consumidores lesados pela Neoenergia.
As críticas à Neoenergia foram reforçadas pelosdeputados Wellington Luiz (MDB)eDayse Amarílio (PSB), para quem já passou da hora de a Câmara fazer alguma coisa em relação à Neoenergia. Segundo ela, a situação é insustentável e o número de denúncias recebidas aumenta a cada dia.
Alunos especiais
Já odeputado Eduardo Pedrosa (União)ocupou a tribuna para manifestar preocupação com a possível transferência do Centro de Ensino 6 de Taguatinga de alunos especiais para outra unidade, em função de mudança de tipificação da escola. O parlamentar disse que tem recebido muitos pedidos da comunidade para evitar esta transferência.
Pedrosa também defendeu a votação de projeto de lei em benefício dos transportadores escolares. Opresidente Wellington Luiz (MDB)disse que o projeto será apreciado pelos deputados.
Hospitais privados
Odeputado Jorge Vianna (Democrata)criticou os hospitais privados pela demora na assinatura da convenção coletiva de trabalho dos enfermeiros. Segundo ele, o documento não foi assinado porque o “sindicato dos patrões quer colocar hora extra, insalubridade e adicional noturno dentro da salário-mínimo da categoria. Para ele, é obvio que estas gratificações são individuais.
Informamos que a cobertura realizada pela Agência CLDF, durante o
período eleitoral, estará ajustada à Lei 9.504/1997 e às orientações da Justiça Eleitoral.
Agência CLDF
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