
Na Bahia, as feiras de animais sustentam milhares de produtores rurais e movimentam a economia de muitos municípios. É nesses espaços que a renda se concretiza e os animais são comprados e vendidos semana após semana.
Na maioria das cidades, essas feiras acontecem em currais públicos, reunindo produtores para a compra, venda e troca de bovinos, caprinos e ovinos, além de suínos e aves em menor escala. Mas esse movimento também exige atenção. Diante dessa realidade, a Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) tem intensificado o acompanhamento das feiras em várias regiões do estado. O trabalho inclui reuniões com prefeitos e secretários municipais de agricultura, além de presença constante nos locais, com orientação e fiscalização.
Na prática, esse acompanhamento evita problemas comuns quando animais de diferentes origens se encontram no mesmo ambiente. Em muitos desses locais, a circulação é intensa e segue ao longo de todo o dia. Em poucas horas, dezenas ou até centenas de animais passam pelo mesmo espaço, vindos de diferentes propriedades e até de outros municípios. Sem cuidado, esse contato direto entre rebanhos abre caminho para a circulação de doenças e pode trazer prejuízos para toda a cadeia produtiva.
Entre as orientações está a emissão correta da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento que permite identificar a origem e o destino dos animais e acompanhar esse deslocamento. O controle na entrada e saída ajuda a manter a saúde dos rebanhos e evitar prejuízos.
Além disso, é obrigatória a presença de médico-veterinário responsável técnico, devidamente cadastrado na Agência, assim como a emissão da GTA por profissional habilitado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), principalmente na saída de equídeos e ruminantes. Esse cuidado ajuda a evitar a entrada e a circulação de doenças.
O trabalho também conta com equipes em campo, formadas por gerentes técnicos da defesa sanitária animal e médicos-veterinários fiscais estaduais agropecuários, que orientam produtores e organizadores sobre a regularização dos recintos, o manejo dos animais e os cuidados durante a realização das feiras.
A dimensão desse cenário ficou ainda mais evidente após levantamento da Agência, que identificou feiras semanais espalhadas por todo o território baiano. A presença desses eventos em áreas como Bacia do Jacuípe, Sisal, Recôncavo, Sertão do São Francisco e Piemonte da Diamantina mostra a importância da atividade e a necessidade de acompanhamento contínuo. O cadastro dos recintos onde as feiras acontecem é obrigatório e mantém os locais regularizados, com as informações atualizadas.
O trabalho depende da atuação conjunta da Agência, dos municípios e dos próprios produtores. A Adab atua como parceira nesse processo, orientando, acompanhando e contribuindo para resolver os problemas no dia a dia das feiras. O objetivo é garantir que a atividade continue acontecendo com organização, controle e segurança para os rebanhos e para quem vive da produção rural.
Fonte
Ascom/Adab
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