
O poker brasileiro acaba de produzir mais um daqueles resultados capazes de ultrapassar as mesas e ganhar dimensão esportiva internacional.
Pedro Padilha conquistou o título do US$ 50.000 NLH 8-Handed da Triton Super High Roller Series Jeju II, na Coreia do Sul, e embolsou aproximadamente US$ 1,4 milhão.
Mas o tamanho do resultado não está apenas na premiação.
Padilha precisou atravessar um dos ambientes mais competitivos do poker mundial, enfrentando jogadores acostumados a disputar torneios de dezenas e centenas de milhares de dólares.
Na reta decisiva apareceram nomes como Phil Ivey e Nick Petrangelo, dois jogadores reconhecidos mundialmente no circuito profissional.
Ao vencer, Padilha também entrou para um grupo extremamente restrito de brasileiros campeões da Triton Poker Series, circuito conhecido por concentrar alguns dos maiores jogadores e investidores do poker internacional.
A vitória ganha ainda mais importância quando colocada ao lado de outros resultados recentes.
Enquanto Padilha conquistava milhões na Ásia, brasileiros também acumulavam:
braceletes da World Series of Poker;
títulos no WCOOP;
mesas finais internacionais;
e premiações milionárias em torneios live.
O poker brasileiro parece viver algo maior do que uma boa temporada.
Está surgindo uma pergunta inevitável:
Os números recentes começam a sugerir que sim.
E dois títulos conquistados quase em sequência na WSOP Online ajudam a explicar por quê.
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